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Notícia do Público: Os hospitais portugueses atendem cada vez mais imigrantes indocumentados. Uma parte considerável dos casos refere-se a pessoas com carências alimentares e que nem sequer têm onde dormir. “Se têm de andar aos caixotes para comerem, também se compreende que não tenham muitas posses para poderem alugar quartos.

Notícia do Público: Os exemplos da miséria que afecta os imigrantes são inúmeros, mas um dos mais marcantes ocorreu no dia 8 de Fevereiro deste ano. Foi no Palácio da Justiça, em Lisboa. Um grupo de oito cidadãos do Leste foi ali conduzido a um juiz de turno depois de ter sido interceptado por se encontrar em situação ilegal. A meio da audiência aconteceu, contudo, o inesperado: um dos homens caiu no chão. Morto.

Notícia do Público: Juiz manda colocar clandestinos à  porta de qualquer ministério, a propósito de uma tentativa de colocação de alguns imigrantes ilegais no Centro de Instalação Temporária do aeroporto de Lisboa.

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Notícia do Público [Internacional]: A nova lei espanhola de imigração estipula um visto temporário de três meses para os imigrantes procurarem emprego. Esta é a principal novidade da legislação, aprovada na quinta-feira da semana passada por 95 por cento dos deputados das “Cortes” madrilenas – entre os quais, os do Partido Popular (PP), no Governo, e os socialistas, a principal força da oposição. Só 30 por cento dos imigrantes escapam a trabalhos temporários.

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Notícia do Público [Internacional]: A política de imigração abriu um grave crise política em Itália. O ministro Umberto Bossi, líder da Liga Lombarda, populista e xenófoba, ameaçou ontem romper a aliança governamental caso seja aprovada a nova lei sobre a imigração proposta por Gianfranco Fini, vice-primeiro-ministro e líder da Aliança Nacional (AN, pós-fascista), que concede o direito de voto aos imigrantes nas eleições locais.

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Notícia do Jornal de Notícias: Uma semana de polémica terá bastado para que fosse colocada mais uma professora e uma auxiliar de acção educativa na escola do primeiro ciclo de Rebordinho, que vai receber, a partir de amanhã, as 14 crianças de etnia cigana que estavam matriculadas em Teivas.

Entretanto, em reportagem do JN , a comunidade cigana acusa as populações de Teivas e Rebordinho de racismo e o governador civil de Viseu, Azevedo Maia, que tem seguido o problema “a par e passo, mas com discrição”, está convencido de que “se houver bom senso e equilíbrio, o CAE resolverá a situação”. “Na minha perspectiva, não me parece muito correcta a reacção da população contra a comunidade de etnia cigana, mas corresponde à situação e à psicologia das pessoas”.

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Notícia do Público: A normalidade deve ser hoje reposta na escola do primeiro ciclo do ensino básico de Teivas, S. João de Lourosa, no concelho de Viseu, que desde quinta-feira estava encerrada a cadeado. As aulas recomeçam depois de ter sido dada a garantia, aos outros pais, de que doze crianças de etnia cigana seriam transferidas para a escola de Rebordinho. O protesto dos encarregados de educação deve-se à frequência das crianças do acampamento da família Gimeni, que se situa nos limites das aldeias de Teivas e Rebordinho.

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Notícia do Jornal de Notícias: “Se o senhor coordenador do Centro da Área Educativa (CAE) de Viseu nos der a palavra, hoje, que as 14 crianças (ciganas) ficam a estudar em Rebordinho, por mim a escola de Teivas pode abrir já amanhã”, disse ao JN, Graça Coelho, mãe de uma aluna de Teivas. Recorde-se que a escola está fechada a cadeado, desde quinta-feira da semana passada, porque os pais consideram que, com as 14 crianças que o CAE quer enviar, a escola fica sobrelotada. Confrontado com a situação, o presidente da Câmara de Viseu, Fernando Ruas, condenou o fecho da escola e apelou ainda à tolerância étnica.

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Notícia do Jornal de Notícias: A ideia de que a imigração só tem vantagens para os imigrantes, que entre nós nem sempre conseguem reorganizar as suas vidas, parece ser facilmente contraditada. Contas feitas, o contributo dos imigrantes para as contas públicas teve em 2001 um saldo positivo de 60 milhões de contos em receitas (300 milhões de euros). Estes números , “nada desprezíveis”, resultam de uma sondagem realizada no ano passado pela Universidade Católica Portuguesa, na qual também se apurou que 74% dos inquiridos discordava da vinda de mais imigrantes para Portugal, apesar de cerca de 80% dizer sim à ideia do reagrupamento familiar, o que implica, obviamente, a entrada de outros imigrantes.