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Notícia do Público, do Diário de Notícias e do Jornal de Notícias: O uso da força e os maus-tratos por parte da Polícia e guardas prisionais continuam a ser referidos no relatório de 2004 da Amnistia Internacional (AI) sobre Portugal. O documento faz referência também à existência de um elevado número de mortes nas prisões e denúncias de racismo e discriminação. “Continuaram a ser denunciados casos de uso desproporcional da força e maus-tratos por parte da Polícia”, lê-se no documento cedido pela secção portuguesa da AI, sublinhando que “não foram tomadas medidas para criar uma agência de monitorização, independente” do Ministério da Administração Interna (MAI), para investigar violações dos Direitos Humanos.

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Notícia do Primeiro de Janeiro: O Dia da África, que se comemora hoje é assinalado pela Associação Portugal-Moçambique (APM) com um colóquio/debate sobre África, pelas 19 horas na sede da instituição de interesse público, o Espaço Moçambique. À semelhança do que tem vindo a acontecer nos últimos anos, a associação lembra o dia que, por excelência, pretende “reforçar os laços entre África e Portugal”.

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Notícia do Público, do Jornal de Notícias, do Correio da Manhã e do Diário Digital: O Tribunal Judicial de Amares determinou ontem que dois dos dez suspeitos de se dedicarem à angariação e tráfico de pessoas para prostituição, detidos na madrugada e manhã de domingo pelo Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), ficassem em prisão preventiva. Os detidos são o dono do bar de alterne encerrado na sequência desta operação e a sua presumível cúmplice, uma cidadã brasileira. Entre os dez detidos no domingo figuram sete portugueses e três cidadãs brasileiras. Esta grande operação permitiu a desarticulação de uma rede que alegadamente angariava mulhereXs no Brasil com promessas de emprego em Portugal.

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Notícia do Público, do Diário de Notícias, do Jornal de Notícias, do Correio da Manhã, do Portugal Diário, do Diário Digital e do Primeiro de Janeiro: António Guterres foi escolhido para ocupar o cargo de Alto Comissário das Nações Unidas para os Refugiados, foi confirmado esta terça-feira. O ACNUR, com sede em Genebra, é a maior agência mundial de apoio aos refugiados, tem um orçamento anual que ronda os mil milhões de dólares e seis mil funcionários espalhados por 115 países com a missão de prestar assistência a 17 milhões de pessoas desalojadas por conflitos armados.