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Notícia do Público: O líder nacionalista Mário Machado, que saiu ontem em liberdade, disse hoje à entrada de mais uma sessão do julgamento em que está envolvido com mais 35 arguidos que está arrependido de alguns actos, reafirmando que foi um “preso político em democracia”.

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Notícia do Correio da Manhã: José Manuel Castro, advogado do líder nacionalista Mário Machado, considera que a acusação do crime de discriminação racial que recai sobre o seu cliente desde 29 de Novembro de 2007 “é muito frágil”.

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Notícia do Público: A análise dos fluxos migratórios, das comunidades portuguesas e a história da emigração portuguesa são os principais objectivos do Observatório da Emigração, instituição que é hoje instituída numa parceria da Secretaria de Estado das Comunidades e do Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE).

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Notícia do Diário de Notícias: O relatório do OCDE indica 434 885 imigrantes em Portugal para 2006, o que representa mais 25 mil dos indicados pelo Serviço de Estrangeiros e Fronteiras. Este levantamento inclui os cidadãos com autorização de residência, com autorização de permanência e com vistos de longa duração (novos e renovações). O desemprego entre imigrantes quase triplicou entre 2001 e 2006, 171%.

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Notícia do Diário de Notícias: Cinco milhões de portugueses vivem no estrangeiro, o que equivale a metade da população de Portugal. E, só nos principais países de destino europeu, a percentagem de emigrantes aumentou 52,6% entre 2000 e 2006, de 419 047 para 639 612, revela o Relatório Internacional sobre Migrações de 2007 da OCDE , a divulgar em Junho.

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Notícia do Correio da Manhã: O voto de pesar pela morte do cónego Melo, proposto pela bancada do CDS-PP, gerou ontem polémica na Assembleia da República, com bloquistas e socialistas a abandonarem o plenário quando se cumpria um minuto de silêncio. Aprovado com os votos favoráveis do PSD e do CDS- -PP, o voto de pesar pela morte de uma das figuras mais controversas da extrema-direita nos anos da revolução mereceu a abstenção do PS e os votos contra do PCP e do BE. Manuel Alegre, Vitalino Canas, João Soares, Vítor Ramalho, Arons de Carvalho e Teresa Portugal foram alguns dos deputados do PS que, tal como a bancada do BE, abandonaram o plenário e não cumpriram um minuto de silêncio.