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Entrevista no Diário de Notícias (Embaixador da Ucrânia): A Embaixada da Ucrânia tem registo dos ucranianos que estão a sair de Portugal?Não, quem tem esses dados é o Serviço e Estrangeiros e Fronteiras. Mas não temos a ideia de que estão a sair muitas pessoas de Portugal.As associações e os próprios imigrantes indicam que sim.Não diria isso, pela quantidade de pessoas que atendemos diariamente na Embaixada.

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Notícia do Diário de Notícias: A Confederação Intersindical Galega promete formas de luta duras a partir de Junho, nomeadamente o recurso à greve e a manifestações de rua, se não forem respeitados os direitos dos trabalhadores portugueses. O aviso foi feito à Inspecção-Geral da Galiza, a quem deram dois meses para exigir o cumprimento do acordo colectivo para o sector.

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Notícia do Diário de Notícias: Milhares de imigrantes ilegais querem regularizar a sua situação ao abrigo da nova lei da imigração, mas poucos estão a consegui-lo. O Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) recebeu 31 427 pedidos de legalização ao abrigo do regime excepcional, mas apenas 4337 obtiveram parecer favorável. A esmagadora maioria são cidadãos brasileiros.Os imigrantes regularizaram-se ao abrigo do artigo 88, uma medida excepcional para quem tenha um contrato de trabalho e entrado em Portugal depois de 2001, ano em que houve a última regularização extraordinária para todos os imigrantes. Entretanto, cerca de 20 mil brasileiros que imigraram até 11 de Julho de 2003 legalizaram-se através do chamado acordo Lula, que deu condições especiais aos cidadãos de ambos os países.

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Notícia do Jornal de Notícias e Diário de Notícias: O dia foi de festa no Bairro das Laranjeiras, em Moscavide, onde o portista Ricardo Quaresma se deslocou ontem. Tratou-se de uma acção de solidariedade e de um regresso às origens (foi o berço de Harry Potter para o futebol), que atraiu dezenas de fãs e muita comunicação social, ávida em saber das hipóteses do avançado rumar a um qualquer campeonato milionário na próxima temporada.Quaresma fez-se transportar num Mercedes e teve direito a segurança. Um pormenor, este último, meramente assessório, pois a tarde do craque do F. C. Porto faz-se de abraços, beijinhos e muitos autógrafos. A ideia partiu da Câmara Municipal de Lisboa, que ofereceu ao jogador o “Foral Manuelino da Cidade”. A iniciativa enquadrou-se no Ano Europeu do Diálogo Intercultural e sendo o portista um símbolo da etnia cigana, a jornada redundou num êxito absoluto.

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Notícia do Observatório do Algarve: Apesar de serem conhecidos pela herança de miscenização étnica e cultural, dos casamentos mistos e da actual legislação punir racismo e discriminação, um em cada cinco portugueses são racistas. Neste contexto, revelado por uma pesquisa do Instituto de Ciências Sociais acerca das atitudes e valores dos portugueses, o Dia Internacional para a Eliminação da Discriminação Racial, que se celebra hoje, 21 de Março, por decisão tomada em 1965 pela ONU, reveste-se de uma insuspeita actualidade. O sociólogo João Filipe Marques, docente da Faculdade de Economia da Universidade do Algarve, cuja tese de doutoramento “do «não racismo português» aos dois racismos dos portugueses” tem lançamento marcado para o próximo mês de Abril, salienta: “É na denúncia implacável dos afastamentos aos princípios da igualdade cívica, jurídica e política de todos os indivíduos que se pode, senão eliminar, pelo menos reduzir à mínima expressão as paixões racistas dos homens”.

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Notícia do Portugal Diário (Internacional): Os imigrantes latino-americanos em Espanha vivem em condições equivalentes às das favelas brasileiras, havendo casos em que pessoas são obrigadas a alugar uma cama por hora para dormir, alertou o relator especial das Nações Unidas ONU para a Habitação, segundo noticia a agência Lusa. No relatório apresentado à ONU sobre a situação em Espanha, o relator especial para a Habitação Miloon Khotari alerta que os imigrantes continuam a sofrer discriminações naquele país, onde ainda «podem ser presos por não terem tecto».

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Notícia do Público (Internacional): O Supremo Tribunal dos Estados Unidos anulou hoje uma condenação à morte de um cidadão afro-americano da Luisiana, porque considerou que a questão da raça teve um papel indevido no caso, em que o júri seleccionado era todo composto por cidadãos brancos.Numa votação por 7-2, o tribunal decidiu que Allen Snyder, que em 1996 foi condenado e sentenciado à morte por ter esfaqueado quinze vezes a sua mulher, com problemas mentais, e ter morto o homem com que ela estava a falar na altura.