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Notícia Correio da Manhã: O ministro dos Negócios Estrangeiros, Luís Amado, afirmou que a questão dos Direitos Humanos não será discutida na visita oficial do governo português à China, alegando que este “não é o foco das relações” entre Lisboa e Pequim.

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Notícia do Público (Internacional): O primeiro árabe nomeado “justo” por salvar judeus. O tunisino Khaled Abdelwahhab foi homenageado pelo museu israelita do Holocausto. No auge da Segunda Guerra Mundial, Khaled Abdelwahhab escondeu um grupo de judeus na sua quinta na Tunísia, salvando-os das tropas nazis que ocupavam este país do Norte de África. Mais de seis décadas depois, tornou-se no primeiro árabe nomeado para ser reconhecido como “Justo entre as Nações” pelo Yad Vashem, o memorial oficial do Holocausto. A honra está guardada para os não judeus que arriscaram a vida para salvar judeus dos nazis.

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Notícia do Jornal de Notícias e Público: Portugal está a ser mais procurado por europeus do Norte cada vez mais jovens, trabalhadores e mais bem integrados na comunidade nacional que os seus antecessores mais velhos, mas continua a ser um destino mais atraente para a classe média-alta europeia que Espanha. Essa é uma das conclusões de uma sondagem revelada, ontem, pelo jornal de língua inglesa The Portugal News.

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Notícia do Jornal de Notícias: Um cidadão de nacionalidade chinesa foi detido, ontem de madrugada, na fronteira do Caia, junto a Elvas, depois de ter sido apanhado com meio milhão de euros em notas, que transportava em duas malas, quando viajava num autocarro que fazia a ligação entre Madrid e Lisboa, soube o JN junto de fonte policial.

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Notícia do Público: A Guarda Civil espanhola deteve um empresário português do sector da construção que alegadamente devida dezenas de milhares de euros a onze trabalhadores que empregava ilegalmente em obras em Tarragona, segundo fontes do governo local.

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Notícia do Jornal de Notícias (Internacional): Alcorcón tornou-se, numa Espanha que debate em permanência os problemas da imigração, sinónimo de intolerância e xenofobia. O nome desse subúrbio de Madrid, que há uma semana esteve a ferro e fogo, continua a ser notícia, pelos distúrbios isolados que vão ocorrendo, apesar do pesado dispositivo policial destacado, que tenta ter mão nas manifestações não autorizadas que surjam de ambos os lados da barricada, ou seja, movidas por antifascistas ou por ultranacionalistas. Quatro detenções resultaram de várias escaramuças, ocorridas sábado à noite e marcadas pelo apedrejamento de veículos policiais e de jornalistas (apelidados de “manipuladores” e “terroristas”).

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Notícia do Jornal de Notícias: A Comunicação Social portuguesa foi acusada de fomentar o aumento dos fenómenos de racismo e xenofobia na sociedade, por força das notícias sensacionalistas que denigrem as minorias. A denúncia é de um dirigente do SOS-Racismo, Bruno Gonçalves, segundo o qual “a forma como os media abordam determinados casos tem muita influência no racismo”.Falando à margem do 2.º Encontro dos Jovens Contra a Discriminação, que decorre até hoje no Instituto Português da Juventude de Coimbra, Bruno Gonçalves admitiu, contudo, que “a situação tem vindo a melhorar”. Alertando para a necessidade de os órgãos de Comunicação Social respeitarem o artigo 8º do Código Deontológico (“O jornalista deve rejeitar o tratamento discriminatório das pessoas em função da cor, raça, credos, nacionalidade ou sexos”), o dirigente disse ser intenção do SOS-Racismo “construir uma relação com os órgãos de informação de modo a que seja desmistificada uma imagem que é atribuída às minorias e a determinados locais”.