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Notícia do Público, Jornal de Notícias e Correio da Manhã: Portugal concedeu este ano o estatuto de refugiado a 23 pessoas e atribuiu sete autorizações de residência por razões humanitárias. De acordo com dados do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, citados pela Lusa, o país recebeu até agora 109 pedidos de asilo. No ano passado tinham sido 102; e em 2005 houve 12 concessões de estatutos de refugiado e autorizações de residência por razões humanitárias. O Conselho Português para os Refugiados inaugura hoje, na Bobadela (Loures), as novas instalações do centro de acolhimento para refugiados, numa cerimónia que conta com a presença do Alto-Comissário das Nações Unidas para os Refugiados, António Guterres, e do ministro da Administração Interna, António Costa.

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Notícia do Jornal de Notícias: A Estrada Nacional 109 serve de fronteira imaginária. De um lado fica a cidade de Aveiro, a chamada zona do Glicínias, onde estão constantemente a aparecer prédios novos e luxuosos. Do outro lado, por detrás de umas fábricas, perto de Verdemilho, moram 15 adultos e cinco crianças. Dividem três barracas que não reúnem as condições mínimas de higiene e habitabilidade. Nestes últimos 22 anos, muitas pessoas dos serviços de habitação social da Câmara Municipal de Aveiro passaram pelo bairro, mas nada foi feito, dizem os moradores. “A única coisa que fazem é dizerem para nos irmos inscrever para termos uma habitação deles, mas nunca mais nos arranjam uma casinha. Era muito importante conseguirmos sair deste sítio. Mas a verdade é que não se interessam porque somos ciganos”, diz Maria de Fátima Monteiro.

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Notícia do Diário de Notícias e Jornal de Notícias (Internacional): A noite nos subúrbios das grandes cidades francesas, sobretudo da capital, foi ontem bastante agitada, com balanço de uma dezena de polícias feridos, dois autocarros incendiados e dúzias de carros destruídos, além de 50 detenções.Apesar dos números serem impressionantes, as autoridades francesas consideram que o aniversário do início dos motins de 2005 decorreu com relativa calma. As fontes policiais citadas pelas agências referiam um nível de incêndios “quase normal” ou, noutra definição, “ligeiramente superior ao habitual”.

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Reportagem do Diário de Notícias: Já quase todos ouviram a história: o pai deixou a filha à porta de uma loja chinesa e aguardou no estacionamento. Após uma longa espera, procurou-a no interior da casa comercial, mas ninguém a tinha visto. Num gesto de desespero, chamou a polícia, que, ajudada por cães treinados, conseguiu detectar a jovem. Estava escondida numa zona obscura, de acesso por alçapão, e em várias partes do seu corpo havia marcas enigmáticas. A jovem é libertada… pouco antes de ser “morta para tráfico de órgãos”. A mensagem navegou na Internet, reenviada de amigo para amigo, daqui para um conhecido, e não tardou a correr de boca em boca por cidades e aldeias. Como qualquer boato, muitas vezes repetido, torna-se em “verdade”. Uma verdade construída, ampliada pelo medo. E o que há, afinal, de verdade nesta história? Nada. Estamos perante um mito urbano, sustentado num rumor.

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Notícia do Correio da Manhã (Internacional): Numa reacção violenta ao muro que os EUA vão construir na fronteira com o México, o presidente mexicano em funções, Vicente Fox, e o seu sucessor, Felipe Calderón, condenaram a decisão de George W. Bush e consideraram a barreira “uma vergonha”.

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Notícia do Jornal de Notícias (Internacional): Os ministros do Interior dos seis países mais populosos da União Europeia (UE), designado por “Grupo dos 6 (G6)”, chegaram ontem a acordo sobre a terapia a aplicar para tentarem resolver três problemas que preocupam os europeus terrorismo, imigração clandestina e crime organizado. Relativamente à imigração clandestina, acordaram realizar análises conjuntas para perceber o aparecimento do fenómeno em África, tendo John Reid, ministro do Interior do Reino Unido, afirmado ainda que, nesta matéria, “cada país tem direito a decidir a sua política de imigração”.

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Notícia do Jornal de Notícias: Uma enorme loja de produtos chineses (Hua Ta Li), que ocupa uma superfície com mais de 1000 metros quadrados, está a funcionar ilegalmente, há cerca de um ano, na zona industrial norte-Raso de Paredes, Águeda.João Clemente, vereador da Câmara de Águeda, com o pelouro do licenciamento de espaços comerciais, já confirmou, ao JN, a ilegalidade da situação, mas garante que dentro de dois meses, com a alteração do Plano Director Municipal (PDM), tudo vai ficar legal.