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Notícia do Público: No dia 9 de Outubro, pelo menos meio milhar de colaboradores de mais de três dezenas de empresas vão estar em bairros degradados a pintar muros, paredes, casas; a plantar jardins, a trabalhar com crianças e jovens. É o projecto GIRO (Grace: Intervir, Recuperar e Organizar) em acção. O plano foi ontem anunciado, em conferência de imprensa, em Lisboa, pela Grace, uma associação sem fins lucrativos, que apoia as empresas com preocupações no âmbito da responsabilidade social. No concelho da Amadora, os bairros de Santa Filomena e o 6 de Maio vão entrar no projecto. No Seixal, no Bairro da Cucena, além de pinturas de paredes e ajardinagem do espaço onde funciona a Associação das MulhereXs Ciganas Portuguesas (Amucip), os voluntários vão fazer acções de formação de informática e de prevenção rodoviária para crianças e jovens.

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Entrevista do Diário de Notícias (Cavaco Silva): Talvez Portugal tenha que fazer uma análise da política de imigração que lhe interessa. E que talvez possa contribuir – é algo que deve ser estudado – para inverter este ciclo de envelhecimento e de desertificação.

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Notícia do Jornal de Notícias, Correio da Manhã, Público e Primeiro de Janeiro: Governo simplifica imigração mas mantém restrições. Acabar com a exigência de que um imigrante entre no país já com contrato de trabalho firmado é uma das principais novidades do anteprojecto de Lei de Imigração que está em discussão pública até 30 de Junho. O documento – ontem apresentado a todos os grupos parlamentares, 70 associações de imigrantes e duas dezenas de organizações não governamentais e universitárias – prevê um regime de entrada baseado no livre funcionamento do mercado de trabalho, sendo dado ao candidato um prazo de seis meses para procurar emprego e aceder à autorização de residência.

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Notícia do Primeiro de Janeiro e Público: Na visita ao novo espaço do Centro de Instalação Temporária de estrangeiros ilegais no Aeroporto Francisco Sá Carneiro António Costa salientou “o escrupuloso respeito pelos direitos humanos”,garantia que não estava assegurada nas instalações desactivadas em Dezembro passado. O Centro de Instalação Temporária (CIT) para estrangeiros que não têm autorizam para entrar em Portugal pelo Aeroporto Francisco Sá Carneiro estreia hoje novas instalações.

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Notícia do Diário de Notícias: Duas em cada nove imigrantes que se queixam de violência doméstica têm a nacionalidade brasileira. O seu agressor, contudo, é português, os maltratos são continuados (52,3% dos casos) e usa e abusa do facto de a companheira ser estrangeira ou estar ilegal. O grupo das brasileiras destaca–se das restantes nacionalidades estrangeiras que recorrem à Unidade de Apoio a Vítimas Imigrantes e de Discriminação Racial ou Étnica (UAVIDRE), criada em Maio de 2005. Seguem-se as cabo-verdianas (8,6%), as são tomenses (7,1%) e as angolanas (6,1%).