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Notícia do Correio da Manhã: O Serviço de Informações e Segurança (SIS) detectou em Portugal, no ano passado, um crescimento da actividade de grupos terroristas islâmicos. De acordo com o Relatório Anual de Segurança Interna de 2005, embora não se tenha detectado a existência de células locais de grupos terroristas internacionais, passaram por Portugal diversos suspeitos de envolvimento em “recrutamento e preparação de atentados”. O SIS precisa que parte dos fundos recolhidos em Portugal foram-no através de “donativos de membros das comunidades islâmicas”.

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Notícia do Correio da Manhã: O Relatório Anual de Segurança Interna de 2005, concluiu que a extrema-direita não é “ameaça global contra o Estado”. Mas é factor de risco para a segurança interna, ao incitarem à violência política e racial. Os neonazis organizam-se em células autónomas clandestinas (com características paramilitares), onde se destacam os Hammerskins. A Extrema-direita continua a infiltrar-se nas claques (agravando a violência planeada) e recruta, pela internet, adeptos cada vez mais jovens.

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Notícia do Diário de Notícias e Jornal de Notícias: O ministro dos Negócios Estrangeiros, Freitas do Amaral, acha que não estão a ser cumpridas todas as formalidades no repatriamento de emigrantes ilegais do Canadá, dúvida que manifestou ontem antes de viajar para aquele país. Por isso, contratou um advogado especializado na lei da imigração canadiana. E pergunta porque não estão a expulsar os gregos, os espanhóis e os italianos.

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Notícia do Correio da Manhã: As atenções estão concentradas nas máfias que gravitam em torno da emigração, mas muitos dos portugueses que estão a ser repatriados podem ter sido enganados pelo governo canadiano, que incentivou a imigração no passado. Aos mais qualificados oferecia salário superior ao auferido pela média dos canadianos.

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Notícia do Jornal de Notícias e Diário Digital: Cerca de metade dos cidadãos estrangeiros em situação ilegal convidados a deixar voluntariamente Portugal não o fazem. Preferem fintar o azar até serem detidos e as autoridades iniciarem um processo de expulsão. Processo esse que se pode arrastar até mais de um ano, “por falta de dinheiro”. A garantia é de Manuel Sola, presidente da Comissão Nacional para a Legalização de Imigrantes (CNLI), segundo o qual “tem-se adoptado a figura da notificação do abandono voluntários porque não há dinheiro para expulsão”.

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Notícia do Público (Internacional): A polémica proposta de revisão da lei de imigração dos Estados Unidos subiu ontem para discussão pelo plenário do Senado, ao mesmo tempo que nas ruas de várias das principais cidades do país prosseguem os protestos contra o endurecimento da legislação que põe em risco a permanência de 11 a 12 milhões de imigrantes ilegais, a maior parte dos quais hispânicos.

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Notícia do Portugal Diário: A CGD lançou em Junho passado um produto para imigrantes. Mas até agora, ainda não emprestou dinheiro. Um protocolo de microcrédito assinado com o Serviço Jesuíta para os Refugiados, no valor inicial de 250 mil euros, tem como objectivo promover e facilitar o acesso a empréstimos bancários a refugiados e imigrantes.