Notícia do Público e do Portugal Diário: O número de estrangeiros em Espanha atingiu no ano passado os 3,69 milhões, ou seja 8,4 por cento da população do país, com os portugueses, num total de 65.600, a ocuparem o 14º lugar. Segundo dados revelados ontem pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), os estrangeiros – mais 650 mil do que no ano passado – foram os grandes “responsáveis” pelo aumento global (770 mil pessoas) da população residente em Espanha no final de 2004, que era de 43,97 milhões.
Mês: Abril 2005
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Notícia do Portugal Diário, do Jornal de Notícias e do Diário Digital (Internacional): A Guarda Civil espanhola desarticulou uma organização ilegal neonazi e deteve 21 pessoas numa operação que abrangeu várias províncias do país, informou hoje o ministro do Interior espanhol, José António Alonso.
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Notícia do Correio da Manhã: As autoridades já identificaram os ‘cabeças rapadas’ que integravam o grupo que, na madrugada de 17 de Abril, deixaram um rasto de destruição em dois bares de Peniche: são ‘skinheads’ portugueses, maioritariamente originários de Lisboa, e alguns pertencem ao PHS – Portugal, com ligações estreitas ao movimento Hammerskin, uma organização de extrema-direita, violenta, com forte presença em Itália e nos EUA.
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Notícia do Jornal de Notícias, do Primeiro do Janeiro e do Correio da Manhã: A Polícia Judiciária (PJ) anunciou ontem a detenção de 22 indivíduos de etnia cigana suspeitos de recrutarem portugueses para trabalharem como “escravos” em propriedades agrícolas espanholas. A operação, denominada “Liberdade”, foi conduzida ontem pela Directoria do Porto da PJ em Torre de Moncorvo, Alfândega da Fé, Murça, Chaves, Mirandela (distrito de Bragança).
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Notícia do Jornal de Notícias: A União Romani desmente que a Câmara Municipal do Porto tenha ganho, em tribunal, mais de 50 acções de despejo, referentes, na sua maior parte, a casas do Bairro de S. João de Deus. Falando em nome dos moradores do Bairro de S. João de Deus que foram despejados, aquela organização sublinhou que o método de actuação da autarquia impedia qualquer recurso por parte dos moradores.
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Notícia do Público, do Correio da Manhã, do Portugal Diário e do Jornal de Notícias: O Alto Comissariado para a Imigração e para as Minorias Étnicas (ACIME) refutou ontem a acusação de discriminação lançada pela União Romani, alegando que qualquer estudo científico deve respeitar o princípio da imparcialidade. No centro da polémica está um Estudo Sobre Comunidades Ciganas em Portugal. A União Romani aponta a falta de concurso público, que a impede de candidatar-se.A SOS Racismo concorda com a União Romani: “Durante anos, esqueceu-se da comunidade cigana, as associações ciganas nem sequer foram convidadas para o seminário da Comissão Para a Igualdade”, atira José Falcão, do SOS Racismo.
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Notícia do Público: A União Romani Portuguesa manifestou ontem “o seu mais vivo descontentamento e a sua preocupação pelo facto de um organismo ligado à Presidência do Conselho de Ministros, concretamente o Alto Comissariado para a Imigração e para as Minorias Étnicas [ACIME], ter de forma inequívoca discriminado as organizações ciganas ao impedi-las de se poderem candidatar ao Estudo Sobre Comunidades Ciganas em Portugal”. E pede ainda ao Governo que não reconduza o alto-comissário e apela à comunidade que “boicote” o inquérito encomendado por aquele organismo.