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Notícia do Diário de Notícias (Internacional): Mais de meio milhão de imigrantes que residem e trabalham em Espanha ilegalmente poderão regularizar a sua situação nos próximos meses, segundo novas regras anunciadas esta semana pelo Governo. Para isso, basta que tenham um contrato de trabalho e um registo municipal de residência. A intenção do Executivo abriu já um debate nacional sobre estas medidas que pode provocar uma «revolução» no panorama político, legal, social e laboral da imigração.

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Notícia do Diário de Notícias: O Instituto Nacional de Estatística (INE) prevê a entrada de cerca de 300 mil imigrantes até 2010 e mais 400 mil até 2050. Só assim Portugal conseguirá evitar uma quebra significativa da população. E, mesmo com saldos migratórios positivos, os 10,3 milhões de residentes de 2000 passarão a 9,3 milhões em 2050, menos um milhão de pessoas.

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Notícia do Público (Internacional): O primeiro-ministro italiano jantou ontem com Kadhafi. Apesar de se desconhecer ainda o teor da conversa, é quase certo que a palavra Lampedusa terá sido várias vezes pronunciada. A pequena ilha de 5000 habitantes, no sul de Itália, é uma das principais portas de entrada da imigração clandestina africana, organizada pelas máfias líbias.

Também o Público apresenta uma cronologia dos principais naufrágios com imigrantes em Itália nos últimos anos.

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Notícia do Primeiro de Janeiro: O presidente do Sindicato da Carreira de Investigação do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras diz que “Portugal não tem uma verdadeira política de imigração”. Gonçalo Rodrigues mostra-se agastado com o atraso na criação dos centros de instalação temporária. O responsável considerou que se a lei estivesse a ser cumprida existiriam em todo o País centros de instalação temporária para imigrantes, frisando que essas estruturas não foram criadas. “Se existissem, era para lá que os imigrantes seriam enviados depois de o tribunal definir as medidas de coacção a aplicar”. Deste modo, cerca de dois terços dos imigrantes que não reúnem condições para a legalização acabam por ficar em território nacional à procura de melhores condiçõe, enquanto outros são presos até serem expulsos, apesar de não terem cometido qualquer crime.

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Notícia do Público (Internacional): Dois dias depois de mais 275 imigrantes clandestinos terem desembarcado na ilha italiana de Lampedusa, o primeiro-ministro Silvio Berlusconi irá encontrar-se com Mouammar Kadhafi, líder da Líbia, país de onde parte a maioria dos barcos que traficam cidadãos africanos indocumentados para a Europa.