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Notícia do Público: Comunidade Magrebina: A numerosa comunidade marroquina que reside em A-ver-o-Mar, na Póvoa de Varzim, não efectua, nem participa em qualquer cerimónia alusiva ao Natal. Os imigrantes professam a religião muçulmana e, como tal, ao contrário dos católicos, o nascimento de Jesus não é motivo para actos especiais.

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Notícia do Público: Russos e Ucranianos: Os emigrantes russos e ucranianos residentes no distrito de Braga vão aproveitar o feriado português para “anteciparem” o Natal ortodoxo, que se celebra apenas a 6 e 7 de Janeiro. Mesmo contando festejar o nascimento de Jesus nessa data, alguns grupos das duas comunidades estão a preparar iniciativas para estes dias do Natal católico, em que não trabalham.

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Notícia do Público: Comunidade Cigana: O acampamento cigano mal se vê da estrada. Panos brancos presos às carroças ou às carrinhas brancas denunciam a sua presença nos arredores de Beja, no meio de um olival. A chegada de estranhos põe toda a comunidade em alerta. Receia-se, como já tem acontecido de outras vezes, que sejam as autoridades para ordenar a rápida saída do local.

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Notícia do Público: Comunidade Cabo Verdeana: No bairro mais problemático do concelho da Amadora, a Cova da Moura, o Natal festeja-se com bacalhau cozido com grão, ao som de mornas e kizombas. Reúnem-se os familiares, os vizinhos e os amigos, arranja-se uma aparelhagem e meia dúzia de CD, coze-se o bacalhau, fritam-se os sonhos e está a festa feita. Até de madrugada, “para fazer frente ao frio e trazer o calor do Natal de Cabo Verde.”

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Artigo de Opinião no Público [Vital Moreira]: O reconhecimento do direito de participação nas eleições locais também se justifica inteiramente para os imigrantes. Restringir a participação eleitoral em função da nacionalidade, de acordo com o princípio tradicional, deixa de fora da participação nos negócios públicos uma parte importante dos membros activos da comunidade. A exclusão dos imigrantes da vida política dos países em que residem constitui uma receita para a alienação cívica e uma ajuda à exclusão social. O reconhecimento de direitos eleitorais pode ser um instrumento valiosíssimo de inclusão e de coesão social.

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Artigo de Opinião no Primeiro de Janeiro [Manuel Bragança dos Santos]: Já lá vão cerca de duas décadas, tivemos oportunidade de frequentar um seminário, em regime de internamento, com a duração de cerca de um mês, financiado pelo Fundo Social Europeu, subordinado ao tema genérico, se a memória não nos falha, “Os Ciganos”. Esclareça-se ainda que uma das semanas intercalares foi por nós protagonizada no Bairro de S. João de Deus, no Porto, em contacto directo com crianças ciganas a viver no referido bairro e a frequentar a escola básica integrada daquela área, já na altura acentuadamente problemática.

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Nótícia do Público [Internacional]: Manipulação? Provocação? Para a imprensa francesa, há sérios indícios de uma manipulação de cariz político na manifestação de domingo, em Paris, contra a futura lei proibindo o porte do véu islâmico nas escolas públicas. Esta hipótese é também defendida pela porta-voz do Partido Socialista Francês (PSF), a deputada Annick Lepetit (na oposição): “Houve uma manipulação por parte de certas pessoas que estão interessadas em provocar tensões sociais, e que querem fazer passar as mulhereXs por vítimas da República, e não da religião.”