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Notícia do Público: Depois das grandes superfícies e da moda das lojas de marca, os pequenos comerciantes de Beja queixam-se de que têm um novo problema em mãos: a explosão de lojas chinesas na cidade, onde o cliente quase sempre encontra o que quer e a preços ainda mais baixos. Tudo o que se possa imaginar está lá.

Reportagem do Público: Logo pela manhã, quando abrem os estabelecimentos, a clientela amontoa-se à porta, ávida por adquirir quase tudo o que precisa nas inúmeras lojas chinesas que abriram nos últimos meses em Beja. “Aqui vendem de tudo”, diz uma mulher que, à força de encontrões, lá conseguiu entrar num dos estabelecimentos.

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Notícia do Público [Internacional]: Uma mulher que se apresentou coberta com um véu islâmico foi impedida de entrar, na quinta-feira, numa dependência bancária de Paris. O incidente, considerado como um excesso de zelo por parte da equipa que procedia a uma vigília para fazer cumprir normas de segurança, motivou uma onda de repúdio entre a comunidade muçulmana, a qual se manifestou, principalmente, através da Internet.

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Notícia do Jornal de Notícias: Cristãos, seguidores de outras religiões ou indiferentes, os estrangeiros que vivem em Portugal tembém celebram o Natal Filhos nascidos por cá facilitam a integração. Longe da terra, perto de uma nova tradição. A máxima poderá ser um bocado pacóvia, mas traduz, de algum modo, o sentir do nosso Natal pelos que noutro imaginário cresceram. Aculturam-se, comem, festejam, dão prendas. Também os nossos emigrantes, lá longe, o fazem. Também os que nunca emigraram o fariam, mesmo que o não admitam. A aculturação caminha a par da globalização, e nem sempre isso é mau.