Untitled

Notícia do Público: Com as primeiras entregas de chaves das novas casas já feitas, deverão começar em Dezembro as demolições das habitações do degradado bairro cigano de Vale do Forno, na freguesia de Carnide, pondo termo a um gueto nascido com a construção da Expo 98.

Untitled

Notícia do Público [Internacional]: Uma mulher francesa de origem magrebina, membro de um júri num processo por crime, que insistia em comparecer no tribunal coberta com um véu islâmico foi expulsa do júri por ordem do ministro da Justiça, Dominique Perben. Em pleno debate sobre a defesa da tradição de laicidade da República francesa, a polémica sobre o véu alastra assim ao terreno da justiça, depois de ter investido a escola e locais públicos como os hospitais ou as piscinas municipais.

Untitled

Notícia do Correio da Manhã: “É triste que em Portugal, um País com tantas ligações a África, os africanos sejam expulsos quando o talento deles é maior do que o de alguns brancos. Só pode ser racismo”, afirmou Luís Jardim, do jurí do programa, confessando-se desiludido com as expulsões de Dércio, Nádia e Carla, esta última “uma das melhores vozes de Portugal”.

Untitled

Artigo opinião no Jornal de Notícias: Na última crónica falámos das duas faces do racismo: a mais visível ou flagrante e a mais ou menos oculta ou subliminar, onde normalmente larva o racismo institucional. Faltou apontar como exemplo deste último a cedência do Centro de Área Educativa e da Direcção Regional de Educação do Centro às pressões manifestamente racistas de alguns habitantes de Teivas, transferindo compulsivamente de escola doze crianças de etnia cigana. Ou o facto da Câmara Municipal de Viseu não atribuir nenhuma habitação do Bairro Socialda Quinta da Pomba a famílias ciganas, quando há munícipes desta etnia a viverem sem condições de salubridade, nomeadamente, na zona do antigo Matadouro e na Ribeira.

Untitled

Notícia do Público: O Alto Comissariado para a Imigração e Minorias Étnicas (ACIME) escreveu uma carta de princípios onde defende a atribuição de mais condições para que a comunidade cigana possa exercer a actividade de venda ambulante. O documento indica que “a emissão e renovação de cartões” para o efeito deve, por isso, “ser orientada pelo princípio da criação oportunidades de inclusão desta comunidade”.