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Notícia do Diário de Notícias: José Maia, um empresário cigano, assinou um contrato-promessa de compra e venda de um apartamento nas Colinas do Cruzeiro, em Odivelas (Lisboa). E deu 50 600 euros para a família se mudar o mais rápido possível para o novo domicílio. Só nessa altura os promotores da obra se aperceberam de que tinham vendido a casa a ciganos e, quando estes se ausentaram, mudaram as fechaduras. Uma prática que a Comissão para a Igualdade e Contra a Discriminação Racial (CIDR) condena.

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Notícia do Correio da Manhã (Internacional): O Ministério Público suíço incriminou a advogada brasileira Paula Oliveira, de 26 anos, por falso testemunho e proibiu-a de deixar o país até final das investigações sobre o suposto ataque de neonazis de que garante ter sido vítima e que lhe terá provocado um aborto. Para as autoridades suíças, Paula não estava grávida e foi ela mesmo quem se autoflagelou, cortando-se com um estilete.

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Notícia do Correio da Manhã: Um grupo de cem cristãos da Marinha Grande enviou uma carta ao Cardeal-patriarca de Lisboa, D. José Policarpo, criticando a Igreja por estar a “gastar energias” com a questão dos casamentos homossexuais quando existem “milhares de crianças ciganas” a precisar de apoio.

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Notícia do Diário de Notícias: Os proprietários de restaurantes e estabelecimentos comerciais na Baixa de Faro vão passar a pente fino as notas entregues pelos clientes para pagar produtos, a fim de verificar a sua autenticidade. Tal sucede depois de terem sido detidos, na terça-feira, pela Polícia Judiciária (PJ), perto do Hotel Eva, três indivíduos de etnia cigana com uma mala cheia de notas de 20 euros falsas para trocar por outras de dez.

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Notícia do Correio da Manhã: O Governo Regional da Madeira limitou para vinte o número de trabalhadores extracomunitários que as empresas do arquipélago podem contratar durante 2009, revela a edição on-line do ‘Expresso’. Esta medida já está a gerar grande contestação por parte do SOS Racismo.

Jardim corta no emprego para estrangeiros

SOS Racismo repudia medida do Governo Regional da Madeira, acusando Alberto João Jardim de promover atitudes “xenófobas” e “racistas” contra cidadãos de países não comunitários.
A versão portuguesa da frase “British Jobs for British Works!” já chegou a Portugal, com sotaque madeirense, já que o Governo Regional limitou para 20 o número de trabalhadores extra-comunitários que as empresas do arquipélago podem contratar durante este ano, através do centro de emprego local.
“Nós já não estamos no pico de obras do ano 2000, em que foi preciso importar bastante mão-de-obra, agora trata-se de dar resposta à mão-de-obra madeirense”, disse o presidente do Governo Regional, durante um jantar de empresários ligados à construção civil. Um apelo que se estendeu a todos os sectores, e que mereceu fortes críticas não só da oposição regional, mas também da organização SOS Racismo, que classificou a atitude de Jardim de “xenófoba”, “racista” e “anti-constitucional.
“Não é surpresa que o Dr. Alberto João Jardim tenha atitudes xenófobas e racistas em relação a comunidades estrangeiras”, acusa a direcção da SOS Racismo, lembrando o ‘caso dos chineses’, em Julho de 2005. No entanto, lamenta que Jardim siga uma “corrente política enraizada” – lei da imigração – que foi “um fracasso” ao nível do programa nacional e ao nível dos programas regionais, disse Mamadu.
“Repudiamos a atitude do Dr. Alberto João Jardim que sempre foi xenófobo e populista, e condenamos a forma impune com que atropela todas as normas constitucionais, discriminando os trabalhadores em função da origem”, concluiu.

in Expresso (online)

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Notícia do Diário de Notícias: Fernando Sérgio Gomes Lopes não é um completo desconhecido para a justiça portuguesa. Apesar de ter surgido, há poucos dias, como assistente no processo Freeport, os juízes e procuradores do tribunais portugueses já o conhecem há muito. Aúltima do emigrante, antes do Freeport, foi uma greve de fome junto do Tribunal de Cantanhede. E, tal como confirmou o próprio ao DN, ainda hoje tem pendentes nos tribunais queixas e contra-queixas com magistrados. Cansado de tanta “injustiça” tem em curso um processo de renúncia à nacionalidade portuguesa. “Ainda não foi aceite, porque estou à espera de obter nacionalidade francesa”, contou.