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Notícia do Diário de Notícias e Correio da Manhã: Era para ser um “passeio pela liberdade”, convocado por nacionalistas, mas “um grupo de amigos” transformou a iniciativa numa “contra-manifestação” e contestação a ideais “xenófobos e retrógrados”. O encontro de nacionalistas foi convocado através do blogue “Fascismo em Rede” e teve lugar na estação de caminhos-de-ferro de Viana do Castelo, reunindo menos de uma dezena de activistas, vigiados por elementos da PSP local, fardados e à civil.O mesmo local acabou por servir de base ao protesto de meia centena de jovens do concelho, que se apelidaram “defensores de outros ideais”,

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Notícia do Primeiro da Janeiro: O Governo vai rever o despacho que permite o acesso legal de indocumentados aos cuidados de saúde para adaptá-lo à realidade das Unidades de Saúde Familiar (USF), anunciou o ministro da Saúde, Correia de Campos. Falando aos jornalistas no final da conferência Saúde e Migrações na União Europeia, o ministro Correia de Campos afirmou que desde 2001 “não existem barreiras legais” de acesso aos cuidados de saúde, mas o despacho necessita de ser “analisado à luz dos novos dispositivos” dos cuidados primários de saúde, nomeadamente a criação de Unidades de Saúde Familiar. “Em Portugal não há obrigação de denunciar situações ilegais. O registo estatístico até impede a recolha de informação sobre a etnia”, lembrou o ministro, sublinhando a existência de unidades móveis que prestam serviços em alguns bairros habitados por imigrantes.Num sistema universal e tendencialmente gratuito, em Portugal os imigrantes têm acesso nos centros de saúde às consultas abertas, que se realizam depois dos médicos atenderem os utentes inscritos nas suas listas. Com a “crescente cobertura de USF”, cujo objectivo é dar assistência através de médicos de família a mais cidadãos, cria-se a necessidade de alterar o despacho de 2001, “mas este não é um problema imediato”, avançou Correia de Campos.

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Notícia do Correio da Manhã: Espancou um imigrante quando festejava o aniversário do nascimento de Hitler, a 20 de Abril, e guardava fotografias de crianças negras com a frase ‘Por favor não alimentem os animais’. Está acusado de vários crimes mas, terça-feira, o ‘Lobo nazi’, como se apresenta o skinhead Carlos Seabra, vandalizou o cemitério judaico em Lisboa. Foi apanhado pela PSP e o juiz mandou-o ontem à tarde em liberdade.

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Notícia do Portugal Diário: As segundas gerações de cabo-verdianos em Portugal são «alvo fácil» para o pequeno crime porque as baixas qualificações que possuem impede-os de vencer numa sociedade competitiva, segundo o autor do livro «Imigrantes em terras de emigrantes».
O investigador cabo-verdiano João Lopes Filho analisa no livro, a lançar terça-feira, em Lisboa, os diversos problemas dos cabo-verdianos em Portugal, nomeadamente o insucesso escolas e as segundas gerações. Em declarações à Agência Lusa, João Lopes Filho, professor na Universidade Nova e especialista em estudos africanos, disse que a baixa formação académica ou técnico-profissional faz com que os jovens cabo-verdianos a viver em Portugal fiquem «fragilizados do ponto de vista económico». «Como não conseguem competir num mundo competitivo, tornam-se alvos fáceis do pequeno crime», como roubos e droga, salientou o docente cabo-verdiano a viver em Portugal há 30 anos.

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Notícia do Primeiro da Janeiro (Internacional): Madrid apresentou ontem os mais recentes números da imigração clandestina. Há menos um terço de ilegais a desembarcar nas costas espanholas, mas surge um novo aviso: outras rotas estão a ser estudadas para quem pretende chegar à Europa. Cerca de 11.500 imigrantes ilegais alcançaram as costas espanholas desde o início do ano, comparativamente aos 31 mil que chegaram no mesmo período do ano passado. Apesar da redução, o Ministério do Interior do executivo de Madrid admite que estão a surgir indícios de novas rotas, no tráfico de imigrantes ilegais entre o continente africano e Espanha, em resposta à pressão das autoridades espanholas, marroquinas e argelinas nas costas africanas. Desde o início deste mês, por exemplo, registaram-se mais chegadas a locais que raramente recebem embarcações com ilegais, nomeadamente nas costas de Alicante, Baleares e Múrcia.

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Notícia da Rádio Renascença: maioria dos imigrantes sem papéis não tem acesso à saúde nos países de acolhimento, revela um relatório da “Médicos do Mundo”. Duas em cada dez pessoas interrogadas consideram o seu estado de saúde mau ou muito mau.As perturbações de ordem mental, do foro digestivo e as infecções são os problemas de saúde mais comuns entre os imigrantes em situação irregular.A “Médicos do Mundo” interrogou 835 pessoas de sete países – Bélgica, Espanha, França, Grécia, Itália, Portugal e Reino Unido. Apenas um terço dos imigrantes ilegais com doenças crónicas conseguiu tratamento.

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Notícia do Portugal Diário: O Vaticano condenou hoje o racismo contra ciganos, considerando que este os tem privado de necessidades básicas como o trabalho e a escola um pouco por todo o mundo, noticiou a agência de notícias católica Ecclesia. A posição foi manifestada no I Encontro Mundial de Sacerdotes, Diáconos, Religiosos e Religiosas Ciganos, promovido pelo Conselho Pontifício para a Pastoral dos Migrantes e Itinerantes, que decorre até terça-feira, em Roma.
Portugal não esteve presente no encontro, uma vez que não tem padres e freiras católicos de origem cigana, contrariamente a Espanha ou França, explicou à Agência Lusa o director-executivo da Obra Nacional da Pastoral dos Ciganos, Francisco Monteiro.

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Notícia do Correio da Manhã e Jornal de Notícias: A Câmara de Deputados do Parlamento francês aprovou ontem um projecto de lei polémico que prevê a aplicação de testes de ADN aos candidatos a imigrantes. A ideia é comprovar a filiação de quantos pretendam recorrer às leis de reagrupamento familiar para entrar em França. Socialistas, comunistas e três membros do Governo conservador francês, procedentes da Esquerda política – Bernard Kouchner (Negócios Estrangeiros), Fadela Amara (Assuntos Urbanos) e Martin Hirsch (Solidaridade) – manifestaram-se contra o novo projeto de lei da imigração, que prevê exames de DNA para os candidatos estrangeiros ao visto de “reagrupamento familiar”, como comprovativo de parentesco com um trabalhador imigrante já residente na França.

Propostas para nova imagem do SOS RACISMO

Pois é, o SOS RACISMO realizou uma parceria com a ESAP (Escola Superior Artística do Porto) durante o ano lectivo 2006/2007 e os resultados estão à vista. Esta parceria teve como objectivo a criação de propostas de nova marca gráfica para o SOS RACISMO bem como a criação de novos postais e t-shirts incidindo em temáticas específicas do nosso trabalho.

A pertinência da mudança ou não de imagem vai ser discutida na Assembleia Geral do SOS que terá lugar no dia 7 de Outubro (integrando a Formação Anual – Tocha)

Aqui podem ser apreciados os trabalhos relativos ao novo logótipo e aqui as propostas gráficas para postais e t-shirts.

Devemos agradecer à Prof.ª Suzana Dias e ao Prof. Paulo Fernandes que orientaram os alunos de 2º ano da turma Tecnologias Aplicadas.